ROCK AND ROLL

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Anos 60

 

 

 

Para não esquecer a série de fatalidades do final dos 50, a década de 60 já começa com a morte de Eddie Cochran em uma colisão de uma taxi com um poste. No carro estavam também Gene Vincent e a namorada de Eddie, que nada sofreram.

De sequela só ficaria o fato de que depois da tragédia, Gene nunca mais seria o mesmo em suas apresentações, chegando a desmaiar no palco durante uma Tour pela Inglaterra.

Enquanto o rock declinava sensivelmente no Estados Unidos, do outro lado do Atlântico na Inglaterra e principalmente em Liverpool, cidade portuária que como outras, recebia primeiro as novidades, tomava forma um movimento cultural que tomou o nome de um fanzine musical local, Mersey Beat. Entre as bandas já se destacavam quatro garotos, os Beatles.

Para fazer oposição ao rock inocente da década de 50, surgia nos EUA, artistas mais preocupados em passar mensagens importantes através da música. Com base na música folk e tocando em bares, surgiam Bob Dylan e Joan Baez, que muito em breve mudariam o rosto do rock.

O movimento intelectual chamado Beatnik foi de grande importância na formação desse novo estilo. O Beat era caracterizado pela valorização da individualidade, do livre arbítrio, da experimentação e da mudança em contradição à manutenção dos antigos valores considerados importantes pela burguesia.

Em 1963 as letras de Dylan chamavam a atenção do público e crítica (o que era inédito na música pop). No mês de abril fez seu primeiro show em Nova York e teve uma apresentação no programa de TV de Ed Sullivan, cancelada em virtude do conteúdo revolucionário das letras.

Além de Dylan e Joan Baez outros como Peter Seeger e o trio Peter, Paul e Mary seguidores do mesmo estilo se apresentariam em maio no Monterey Festival, na Califórnia.

Rapidamente o folk e principalmente Bob Dylan seriam taxados de comunistas degenerados, o que obviamente atraiu a atenção do público jovem e aumentou o apelo do novo estilo.

 

De rock antigo mesmo só Beach Boys banda dirigida no início à comunidade de surfistas, mas que terminou por ter inesperada repercussão com o hit Surfin' USA, um plágio descarado a Sweet Little Sixteen de Chuck Berry que tratou de processá-los no mesmo ano.

Em seu rastro surgiriam outros artista com temas de surf como Jan and Dean.

Enquanto isso... na Inglaterra, George Martin da EMI, contrata os Beatles que haviam sido desprezados pela gravadora Decca.

Em 63 eles já eram um sucesso sem precedentes, usando a formula de juntar música de letra fácil e cativantes com o bom humor nas entrevistas, que chamava a atenção da imprensa, e também o fato de serem eles os responsáveis por grande parte das composições.

 Com um cover de Come On de Chuck Berry estreava também na Inglaterra ainda sem grande repercussão a banda Rolling Stones Bob Dylan e outros artistas folk dos Estados Unidos penetravam finalmente o mercado inglês enquanto que paralelamente os Beatles conquistavam a América.

Curiosamente em abril de 64 Dylan era o número um na Inglaterra com a música The Times They Are A Changin e os Beatles ocupavam as cinco primeiras posições na parada americana com Can't Buy Me Love em primeiro lugar. Não havia rivalidade ou disputa entre os estilos musicais e os Beatles sempre elogiaram as letras e a postura política de Dylan.

Os Stones se tornavam um grande sucesso mundial com sua ida aos Estados Unidos pouco depois dos Beatles.

Sua atitude irreverente e os frequentes escândalos, era a antítese à educação e boa aparência dos Beatles, conquistando a parcela mais rebelde do público.

Outras bandas inglesas iam surgindo: Hermans Hermits, The Kinks e The Animals

A partir de 65 com Yardbirds (de carreira curta e influente que tinha nada mais nada menos do que Eric Clapton, Jimmy Page e Jeff Beck) e The Who, o rock começava a ganhar uma agressividade inédita com guitarras mais distorcidas e mais amplificação.

Em 66, Substitute do Who levava o hard rock pela primeira vez ao topo das paradas, Eric Clapton formava o Cream.

Nos Estados Unidos, The Byrds, Simon and Garfunkel e as harmonias vocais de The Mamas and Papas faziam uma música menos agressiva com a fusão entre o folk e o rock.

Os Beatles procuravam letras mais instigantes e instrumentos exóticos para fazer arranjos mais compexos e lançavam o álbum Revólver, cheio de experimentalismo, e uma música totalmente pirada chamada Tomorrow Never Knows em que até som de macacos gritando eles foram buscar (não achando optaram por efeitos sonoros mesmo), diria Lennon mais tarde.

Um som movido a LSD que já não era consumido apenas para eliminar o cansaço mas para dar prazer e estados alterados de percepção. A música foi batizada de Psicodélica.

Sob o mesmo efeito eles lançariam o mais revolucionário álbum de todos os tempos. Sgt. Pepper Lonely Hearts Club Band em 1967 onde cada música era parte de um mesmo tema: A história do Club dos Corações Solitários do Sargento Pimenta.

O Álbum que levou 6 meses para ser gravado é considerado o marco do Rock Progressivo dividindo esse título com The Pipers At The Gates of Dawn do Pink Floyd que foi gravado no mesmo estudio e ao mesmo tempo e comandado pelo gênio Syd Barret.

 

Uma outra revelação de 67 chama-se Jimi Hendrix, descoberto por Chas Chandler (ex Animals)

Com seu segundo trabalho Purple Haze ( oprimeiro foi Hey Joe em 66), Hendrix chamou a atenção do público e de astros como Eric Clapton e Mick Jagger buscando recursos variados na guitarra. Nos EUA e principalmente em San Francisco, surgia o movimento Hippie, baseado na agressão ao stablishment e na liberdade (sexual e experimental), herdada do pensamento beat.

Gratefull Dead, Jefferson Airplane, The Doors e artistas derivados da música folk como Janis Joplin são marcos da época do Flower Power (com flores no cabelo) cabelos longos e comunidades alternativas.

O símbolo de três pontos relacionados ao lema "Paz e Amor", foi tirado da sinalização militar que significava "Cessar Bombardeio", bem condizente com a época de guerra no Vietnã.

O grande evento do ano de 67 realizado na Califórnia seria o Monterey Pop Festival reunido Jimi Hendrix, Janis Joplin, The Animals, Simon & Garfunkel, Bufallo Springfield e outros.

Em 68 com o fim da banda Yardbirds, Jimmy Page forma o o New Yardbirds, logo renomeado para Led Zeppelin, iniciando a era do Hard Rock, ao mesmo tempo em que o Cream alcançava um merecido sucesso.

Uma outra banda de Hard Rock, Steppenwolf cunha na música Born To Be Wild o termo Heavy Metal pela primeira vez.

A sonoridade do Zep era inédita. Embora baseada no blues era mais agressiva. Instrumentistas virtuosos, solos e  improvisações de tempo indeterminado começavam a se destacar.

O hard rock iniciava seu período de apogeu enquanto que os Beatles e Pink Floyd passava por problemas de convivência cada vez maiores (embora os Beatles ainda fossem levar sua carreira adiante por quase dois anos o Floyd sofreria uma grande mudança coma a saída de Syd Barret).

1969 foi o ano dos grandes festivais. Nem a morte de um fã durante um show dos Stones em Altamont, Califórnia abalou o que possivelmente foi o maior evento musical de todos os tempos.

Entre 15 e 17 de agosto era realizado o Woodstock m um lugar do mesmo nome, para muitos o marco do início de uma nova era de paz e amor, com vários astros do rock como The Who, Hendrix, Janis Joplin, Jefferson Airplane e outros.

Com bandas como Pink Floyd, Led Zeppelin, Jethro Tull , Deep Purple e os super experimentais Mothers Of Invention de Frank Zappa, associados ao trabalho cada vez mais elaborado de bandas antigas como Beatles e Who (que havia lançado à ópera rock Tommy), o rock era elevado definitivamente a categoria de arte.

 

A cumplicidade característica do rock dos primeiros anos havia sumido.

A seguir bandas e cantores,  obedecendo mais ou menos a sequência acima:

 

The Beatles - Please, Please Me - http://www.kboing.com.br/the-beatles/1-1022803/

 

 

Bob Dylan - Blowing in the Wind - http://www.kboing.com.br/bob-dylan/1-48750/

 

 

Joan Baez - 500 Miles -= http://www.kboing.com.br/joan-baez/1-1215759/

 

 

Peter, Paul & Mary - If I Had a Hammer - http://mais.uol.com.br/view/16219513

 

Beach Boys - Surfin' U.S.A - http://www.kboing.com.br/the-beach-boys/1-1012365/

 

Jan and Dean - New Girl in School - http://mais.uol.com.br/view/16219529

 

Rolling Stones - (I Can't Get No) Satisfaction - http://mais.uol.com.br/view/16219534

 

Hermans Hermits - There's A Kind Of Hush - http://mais.uol.com.br/view/16219536

 

Yardbirds - For Your Love - http://mais.uol.com.br/view/16219545

 

The Kinks - You Really Got Me - http://mais.uol.com.br/view/16221016

 

The Animals - House of the Rising Sun - http://mais.uol.com.br/view/16221019

 

The Who - I Can't Explain - http://mais.uol.com.br/view/16219550

 

Cream - White Room - http://mais.uol.com.br/view/16219557

 

The Byrds - Mr. Tambourine Man - http://mais.uol.com.br/view/16219561

 

Simon & Garfunkel - The Boxer - http://mais.uol.com.br/view/16219563

 

The Mamas and Papas - I Saw Here Again - http://mais.uol.com.br/view/16219564

 

Os Beatles saíam de cena para entrar em estúdio, dando início ao experimentalismo movido à LSD, desembocando mais à frente no disco que é uma marco divisor. E tudo começa com Tomorrow Never Knows do álbum Revolver. Uma música totalmente pirada.

Mais sobre os Beatles no site www.audiomp3.no.comunidades.net

 

The Beatles - Tomorrow Never Knows - http://mais.uol.com.br/view/16221040

 

Jimmi Hendrix - Hey Joe - http://mais.uol.com.br/view/16219568

 

Jefferson Airplane - White Rabbit - http://mais.uol.com.br/view/16219572

 

Gratefull Dead - Truckin - http://mais.uol.com.br/view/16219570

 

The Doors - Roadhouse Blues - http://mais.uol.com.br/view/16219574

 

Janis Joplin - Piece of my Heart - http://mais.uol.com.br/view/16219578

 

Buffalo Springfield - For What It's Worth - http://mais.uol.com.br/view/16219580

 

Led Zeppelin- How Many More Times - http://mais.uol.com.br/view/16219581

(música de 2, 15 segundos gravada em outubro de 1968 e lançada em janeiro de 1969 com a apresentação da banda por Robert Plant), outras versões desta música tem mais tempo de duração)

 

Steppenwolf - Born To Be Wild - http://mais.uol.com.br/view/16219584

 

Pink Floyd - See Emily Play - http://mais.uol.com.br/view/16219585

 

Jethro Tull - Love History - http://mais.uol.com.br/view/16219588

(Música de 1968 com todos os chiados do bom e velho vinil)

 

Mothers of Invention - Trouble Comin' Everyday - http://mais.uol.com.br/view/16219605

 

O Deep Purple teve início em 1968, com o nome Roundabound (felizmente logo abandonado). A banda se apresentava na América, a início como acompanhantes do artista Chris Curtis. A primeira formação, que lançou três discos de pouca repercussão ("Shades of Deep Purple", "Book of Talyesin" e "Deep Purple") contava com o vocalista Rod Evans, o guitarrista Ritchie Blackmore, o baixista Nick Simper, o baterista Ian Paice e o tecladista Jon Lord. O nome Deep Purple foi sugerido por Ritchie Blackmore, retirado de uma música que sua avó gostava. fonte Whiplash.net

 

Deep Purple - Hush - http://mais.uol.com.br/view/16221091

 

The Monkees - I'm A Believer - http://mais.uol.com.br/view/16219594

 

Tommy James And The Shondells - Crinson And Clover - http://mais.uol.com.br/view/16219595

 

Them - Gloria - http://mais.uol.com.br/view/16219598

 

Quer outras bandas dos 60'? Já sabe entre no Fale Conosco e dê sua sugestão.


 

 

 

 

 

 

O Rock Brasileiro nos anos 60

O começo da década de 60 trazia grupos instrumentais como The Jet Blacks, Jordans, The Clevers (Os Incríveis), além de cantores como Ronnie Cord, que estouraria com Rua Augusta e Biquini de Bolinha Amarelinho.

Em 63 Roberto Carlos trazendo dois hits Splish Splash e Parei na Contramão  e no ano seguinte É Proibido Fumar e o Calhambeque (versão de Road Dog de John D. Laudermilk), se firmaria definitivamente como o rei da juventude.

A Record vinha estudando uma maneira de ocupar o espaço dos domingos à tarde, com a proibição por parte da Federação Paulista de Futebol, de transmitir os jogos do campeonato paulista, fazendo com isso que o telespectador se debandasse para a TV Excelsior, que desde 1964 liderava a audiência com o programa Festival da Juventude.

Convidou então Roberto Carlos para um projeto ambicioso intitulado Jovem Guarda (parafraseando a fala de Stalin "O futuro pertence a jovem guarda pois a velha guarda está ultrapassada").

Assim liderado por Roberto Carlos (O Rei), Erasmo Carlos (O Tremendão) e Wanderléa (A Ternurinha), entrava no ar em 22 de agosto de 1965 o programa Jovem Guarda, mesclando elementos de comportamento, música e moda, como o fazia a beatlemania que já era febre no mundo inteiro.

Ao contrário de outros da época, o movimento Jovem Guarda não tinha cunho político e seu integrantes eram influenciados pelo rock dos anos 50 e por sua precursora Celly Campello, fazendo uma variação de letras românticas e descontraídas voltadas ao público jovem.

Mesmo porque, já estava em pleno vigor o regime militar, muito embora a coisa só fosse ficar feia mesmo a partir de 13 de dezembro de 1968 com o AI-5.

Jovens e talentosos artistas vão surgindo no cenário musical: Eduardo Araújo, Martinha. Silvinha, Ronnie Von, Paulo Sérgio, Antonio Marcos, Vanusa, Jerry Adriani, Wanderley Cardoso, Rosemary, Meire Pavão, Waldirene, Demétrius, Deny e Dino, os afilhados de Roberto Carlos: Ed Carlos e Katia Cilene, além de grupos que já vinham da outra década. Até Elis Regina se rendeu ao movimento, embora tenha comparecido ao programa uma única vez, para depois liderar um movimento junto com Jair Rodrigues, entre outros intitulado "Passeata contra as guitarras elétricas".

PROGRAMA JOVEM GUARDA

 

 JOVEM GUARDA

O programa terminou em meados de 68, primeiro porque Carlos Manga resolveu mexer muito na estrutura, segundo que os artistas estavam se sentindo desmotivados. Mas como o próprio Roberto Carlos diria:

 

"A Jovem Guarda não acabou só porque um programa com seu nome saiu do ar. É como uma corrida de revezamento, um vai passando o bastão para o outro. Só que essa corrida não tem fim porque a juventude é eterna".

Você pode entrar no site:

http://www.jovemguarda.comunidades.net/

E ouvir as músicas desse movimento

 

Então o corredor da vez a pegar o bastão era a Tropicália, movimento que daria o ar da graça em 1966 quando surgiam pela primeira vez os Mutantes de Rita Lee, Arnaldo Batista e Sergio Dias, com seu som debochado e inovador.

A Tropicália deslanchou em 1967 e perdeu as forças em 1972 com regime militar fazendo de tudo para sufocar o movimento que criava uma trilha sonora para a contracultura brasileira, com letras que criticavam a hipocrisia das classes sociais mais altas e a desigualdade econômica no país.

Gilberto Gil e Caetano Veloso, os representantes maiores do tropicalismo foram presos e exilados em Londres por vários anos, voltando a gravar alguns últimos pensamentos sobre a tropicália em 72. Independente da repressão sofrida por eles, a auto consciência tornou-se irrelevante por ter em alta escala, atingido seu principal objetivo "limpar o preconceito do estabelecimento musical".

A onda da tropicália a exemplo de outros movimentos, passou, uma vez que a mensagem se difundiu o bastante na consciência popular. Disso tudo só ficou o gostinho do liberalismo.

Trocando em miúdos: A Tropicália buscou uma utopia musical e social e fracassou, mas mesmo assim é um dos maiores sucessos na a história da MPB.

  

  

 

 Aqui os representante máximos  da Tropícália: Os Mutantes, Gilberto Gil e Caetano Veloso que ousaram colocar guitarras distorcidas em suas músicas.

 

www.resenhando.com

 

Memória discursiva: A música Alegria, Alegria, de autoria de Caetano Veloso, sobre liberdade, é um dos marcos iniciais do movimento tropicalista da década de 1960. Datada de 1967, Alegria, Alegria, a canção modernista foi apresentada no Festival da Record em disputa pelo “Berimbau de Ouro”. 

Embora seja intitulada de Alegria, Alegria, sua letra nada tem de alegria, apenas reflete a repressão do período militar no Brasil, ou melhor, os “anos de chumbo”. De tão potente, a música de Caetano Veloso está incorporada na mente e na história do povo brasileiro, pois a marcha leve e alegre, com letra caleidoscópica e libertária, tem força nas palavras que a compõem. 

Entretanto, ao apresentá-la ao público, Caetano Veloso recebeu vaias (até porque fez a apresentação com os argentinos, Beat Boys). A gritaria foi tão infernal que nacionalistas o chamaram de traidor e oportunista. O talento e a performao nce de Caetano Veloso, aos poucos, ganhou o público e transformou as vaias em aplausos, mas ficou somente com o quarto lugar do festival.

Alegria, alegria é uma obra famosa e muito lembrada, é, pelo menos a mais emblemática do período militar do Brasil. Por esta e outras canções revolucionárias que usaram da metáfora para burlar o regime militar, Caetano Veloso foi o grande divulgador deste período de grande revolução popular e de tanta inquietação cultural.

 

Caetano Veloso & Beat Boys - Alegria Alegria - http://mais.uol.com.br/view/16221121

 

A música Domingo no Parque é uma narrativa que conta a história de dois amigos, José e João. O título remete a algo divertido, o que se confirmará depois, pelo menos para o personagem João, porém o final não, é trágico para os dois.
Na versão original da música, no início se pode notar uma agitação, como se fosse a semana dos dois personagens, então o ritmo vai diminuindo e se ouvem sorrisos e diversão, fim de semana. Aparece o som característico do berimbau, instrumento ligado diretamente à capoeira. A capoeira é jogada em uma grande roda, o clímax do conto acontece com a roda gigante e a música foi feita de uma forma que faz com que o ouvinte gire como se estivesse em uma roda gigante, ou como em uma roda de capoeira.

 Gilberto Gil e Mutates - Domingo no Parque - http://mais.uol.com.br/view/16221123

Canção composta em 1968 por Jorge Ben e famosa com os Mutantes, outras bandas que gravaram essa música: Belle & Sebastian, The Bees e Lafayette.

Os Mutantes - A Minha Menina - http://mais.uol.com.br/view/16221438

 


 

 

 


 

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